Mit faszinierender Intensität erzählt dieser Roman von dem Überlebenskampf einer Bande von Straßenkindern in Bahia, von ihrer Suche nach Zuflucht und Nähe. Ein außergewöhnliches, fesselndes Buch des großen, 2001 verstorbenen brasilianischen Schriftstellers, der seine Stimme zeitlebens den sozial Benachteiligten seiner Heimat geliehen hat. Heute aktueller denn je, ist es ein Plädoyer für Menschlichkeit und Solidarität.
Jorge Leal Amado de Faria Bücher




A imagem de Santa Bárbara nunca havia saído da igreja matriz de Santo Amaro da Purificação. Mas, requisitada para figurar em uma exposição de arte religiosa, deixou o altar e empreendeu viagem até a cidade da Bahia. O saveiro Viajante sem Porto, conduzido por Mestre Manuel, adentrou a Bahia de Todos os Santos levando a santa católica. Destino da escultura: o Museu de Arte Sacra, onde o diretor, dom Maximiliano von Gruden, um frade alemão, programara exibi-la aos jornalistas e à população, orgulhoso do estudo que desenvolvera sobre a autoria da escultura. Para surpresa geral, ao chegar, Santa Bárbara se transmuta em Iansã, sobe a rampa do Mercado, toma o rumo do elevador Lacerda e some no meio do povo. Em Salvador, ela quer finalizar um trabalho iniciado meses antes, numa Quinta-feira do Bonfim, quando ajudara a jovem e formosa Manela na lavagem das escadarias da igreja. Agora, a divindade aproveita para livrar o espírito de Manela do controle da severa tia Adalgisa. Neste livro de humor contagiante e estilo primoroso, uma santa católica assume sua identidade do candomblé para ensinar aos que encontra pelo caminho o melhor da vida - a alegria e a tolerância -, em uma história que só poderia transcorrer na Bahia de Jorge Amado: lugar onde tudo se mistura e não há separação entre a virtude e o pecado, o bom-senso e o absurdo, a fé e a feitiçaria, a oferenda e o milagre.
Gli elefanti: Due storie del porto di Bahia
- 304 Seiten
- 11 Lesestunden
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Gabriella, garofano e cannella
- 505 Seiten
- 18 Lesestunden
«Questa storia d'amore iniziò nello stesso giorno limpido, con sole primaverile, in cui il fazendeiro Jesuino Mendonça uccise a rivoltellate donna Sinhzinha Guedes Mendonça sua legittima sposa...»: così il preludio alla storia di Gabriella dal profumo di garofano e dal colore di cannella, mulatta sinuosa che non cammina ma balla, che non parla ma canta, e che è arrivata con tanti altri emigranti dall'interno del sertão sul litorale, per non morire di fame. È arrivata a piedi, danzando sulla terra riarsa fino a Ilhéus per la gioia e la dannazione dell'arabo Nacib. Selvatica e spontanea, incapace di tutto fuorché d'amare e cucinare, la scalza Gabriella assiste senza molto capire agli intrighi della cittadina, ai mutamenti sociali, all'evoluzione della mentalità, alle beghe che scoppiano tra i fazendeiros per la supremazia nel mercato del cacao.