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- 176 Seiten
- 7 Lesestunden
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Eis um Bukowski puro-sangue. Legítimo. Concluído alguns meses antes de sua morte, em março de 1994, aos 73 anos.Não há como sair incólume desta história. A saga de Nick Belane poderia até ser igual a de tantos outros detetives de segunda categoria que perambulam pelas largas ruas de Los Angeles. Mas aqui, mulheres inacreditáveis cruzam pernas compridas e falam aos sussurros, principalmente uma que atende pelo nome de Dona Morte. Como nos velhos livros policiais de papel vagabundo, subliteratura pura, a quem Charles Bukowski dedica solenemente Pulp. Ele desafia sua história com habilidade de mestre. Um Rabelais percorrendo o mundo noir? A divina sujeira? A maravilhosa sordidez? Um acerto de contas com a arte? Uma homenagem? Uma reflexão sobre o fim da vida? E tomara que a morte estivesse linda, gostosa e sexy – como está nesta história – quando encontrou o velho Buk poucos meses depois de ter posto o ponto final nesta pequena obra-prima.
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Pulp, Charles Bukowski
- Sprache
- Erscheinungsdatum
- 2009
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- (Paperback)
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- Titel
- Pulp
- Sprache
- Portugiesisch
- Autor*innen
- Charles Bukowski
- Verlag
- LMP
- Erscheinungsdatum
- 2009
- Einband
- Paperback
- Seitenzahl
- 176
- ISBN10
- 8525418633
- ISBN13
- 9788525418630
- Reihe
- Schlagwörter
- Belletristik, Krimi & Thriller, Klassiker, Amerikanische Literatur, Klassische Krimis, Sexualität & Intimität, Letztes Buch des Autors, Vulgärsprache, Beleidigungen
- Erstveröffentlichung
- 1994
- Originaltitel
- Pulp
- Bewertung
- 3,7 von 5 Sternen
- Beschreibung
- Eis um Bukowski puro-sangue. Legítimo. Concluído alguns meses antes de sua morte, em março de 1994, aos 73 anos.Não há como sair incólume desta história. A saga de Nick Belane poderia até ser igual a de tantos outros detetives de segunda categoria que perambulam pelas largas ruas de Los Angeles. Mas aqui, mulheres inacreditáveis cruzam pernas compridas e falam aos sussurros, principalmente uma que atende pelo nome de Dona Morte. Como nos velhos livros policiais de papel vagabundo, subliteratura pura, a quem Charles Bukowski dedica solenemente Pulp. Ele desafia sua história com habilidade de mestre. Um Rabelais percorrendo o mundo noir? A divina sujeira? A maravilhosa sordidez? Um acerto de contas com a arte? Uma homenagem? Uma reflexão sobre o fim da vida? E tomara que a morte estivesse linda, gostosa e sexy – como está nesta história – quando encontrou o velho Buk poucos meses depois de ter posto o ponto final nesta pequena obra-prima.


